sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Outras correrias.

Viagens a meio da semana, lançamentos de livros, copos a mais, conversas a rodos, e correr correr que é (tão) bom, nada, que na terça-feira foram apenas umas miseráveis centenas de metros para calibrar a distância nas duas aplicações da Nike para o iPhone, com o desejo secreto de correr no dia seguinte na Foz (do Porto, nem é preciso dizer) - mas tal não foi possível - valeu ainda assim a festa, que foi boa, pois foi, e sempre deu para dar um abraço ao amigo Zé Luis, que corre bem, mas escreve melhor, escreve tão bem que acha que este não é um livro mas o livro ou não fosse um livro chamado, já se sabe, Livro, e que tão boas distâncias está a proporcionar, tudo temperado com o prazer de ver o livro a (literalmente) ser feito, contudo, corrida corrida, nada: só livros e mais livros e a leitura deste que é tão esperado, qual D. Sebastião, uma maratona que mais parece uma mini, dada a subtileza com que tudo vai passando diante dos nossos olhos.

Domingo é dia de corrida, dez quilómetros, e correu-se ainda tão pouco esta semana, desgastou-se o corpo com vícios bons, mas nocivos para o objectivo final, vamos lá a ver como é que corre, se chego a Cascais, ou fico pelo Estoril e ainda dou um salto para jogar no Casino, que assim como assim, todos nós temos momentos na nossa vida que mais valia ter mandado a moeda ao ar. Vou, não vou. Não deveria ter ido. Mas agora é tarde de mais. Vale a corrida, que assim como assim só depende de nós.

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