quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Canto a Canto

Canto I: lido 106/106
Canto II: lido 113/113
Canto III: lido 10/143

Para cumprir a promessa até à próxima terça-feira, 7, às 19 horas, dia em que regresso às pistas, vou ter de penar um bocadinho. Mas neste momento posso dizer que as armas e os barões já foram bem assinalados, cá da ocidental praia lusitana, e que as musas, essas tágides que nunca falham, devidamente evocadas. Além disso, os portugueses já andam por mares hoje muito navegados, mas na altura nem por isso, pois a narrativa começou in media res, como mandam os clássicos gregos. Ao pé de Mombaça, os portugueses foram enganados pelos Mouros a mando de Baco e umas oitavas mais à frente salvos pela linda e formosa Dione. No final do segundo canto, encontram o piloto tão desejado, visto que os portugueses querem chegar à Índia sem saber onde ela fica. E agora o Rei de Melinde, um mouro amigo, acaba de perguntar que feitos houve nessa pátria lusitana. Com trabalho à porta, a leitura foi suspensa.

Sem comentários:

Enviar um comentário