segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Uma hora e mais de uma dezena de quilómetros depois.


Quinto dia de treinos, primeiro a correr com bolhas nos pés. Melhor dito, com uma ferida de dois centímetros no calcanhar em virtude das bolhas formadas no passado sábado e desfeitas ontem. Um enorme penso a fazer as vezes da pele. O R. ainda não chegou, algo o reteve, e o treino começa. Quando chega, passaram 45 minutos. Quando eu parar, 27 minutos depois, ele vai continuar. O R. está à minha frente no treino, o que não tem mal algum, porque é sadio ter bons exemplos para seguir. Não ter vícios desnecessários dá uma mãozinha - a força de vontade faz o resto por ele.

72 minutos, praticamente o dobro do treino de ontem, que os dias carregados fazem destas coisas, é uma boa marca para quem começou a treinar na quinta-feira. E mesmo que não seja, assim o sinto. O ritmo é baixo, mas depois de ver uma alta individualidade do Estado a tomar o nosso passo, penso que talvez até nem esteja assim tão mal (diga-se, já agora, que a alta individualidade é simpática, pois apesar da pose hirta - acho que se diz de Estado - não deixou de dizer boa tarde).

Daqui a pouco, segue-se o 2.º treino com a M. Mais leve, uma espécie de descompressão. Vinte minutos: dez em passe de corrida, dez a caminhar. Por isso, se daqui a uns momentos virem dois maluquinhos de phones nos ouvidos a correr rua acima, rua abaixo, não se assustem, nem liguem o 112 (a menos que tenhamos entretanto caído para o lado).



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